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Terça-feira, 23 de Setembro de 2008
Análise ao Magalhães (parte 3)

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Avaliação Global:
Esta primeira versão do Classmate PC português é uma lufada de ar fresco nas salas do 1º Ciclo.
Com um preço de aquisição a atingir o máximo de 50 euros é inegável que deve fazer parte da lista de material escolar para as nossas crianças. Relativamente ao hardware, nota-se que a INTEL prestou atenção a pormenores muito importantes como a facilidade de uso e a resistência do equipamento às quedas e aos líquidos. O Magalhães é um computador para ser usado em casa e na sala de aulas e também no exterior, sendo o companheiro ideal para saídas de campo e até visitas de estudo.

A pega superior coberta com um tecido almofadado que pode ser lavado e os plásticos que protegem a máquina são uma boa ideia e ajudarão certamente no transporte e protecção do computador. As cores foram bem escolhidas, em particular as do teclado que permitem visualizar as diferentes opções e funções das teclas.


Relativamente ao software, a diferença entre as duas ofertas de sistema operativo é assinalável. O Windows XP, bastante mais "maduro" e conhecido oferece um conjunto mais consistente de software capaz de agradar tanto às crianças como aos pais e professores. Pelo seu lado, o Caixa Mágica 12 Mag ainda se mostra um pouco inconsistente na oferta de software. Existe uma grande oferta de jogos, mas ao nível de programas educativos, o que existe é a oferta internacional já presente noutras distribuições e parece-me não existir uma comunidade à volta do software para o 1º Ciclo capaz de desenvolver novo software para a língua e cultura portuguesa. Além disso a forma como foi implementada a gestão e administração do próprio sistema a curto prazo irá afastar os utilizadores menos "técnicos" já que o Windows XP se encontra mesmo ali ao lado.


O projecto e-escolinha foi pensado não só para as crianças mas também para os pais e encarregado de educação. Com este computador muitas famílias terão acesso, pela primeira vez, a um equipamento informático em casa capaz de os abrir ao mundo e de nivelar as oportunidades de aprendizagem na escola.
A comunicação entre os alunos, entre os alunos e o professor e entre o professor e os encarregados de educação também sairão fortemente impulsionadas. Contudo, todos estes benefícios estão dependentes de um conjunto de factores que ainda não estão atingidos. Tanto aos pais como aos professores é necessário fazer formação e sensibilização para a utilização do Magalhães em contextos educativos e pedagógicos. Os próximos meses serão importantíssimos para se aferir como será feita essa adesão ou não ao projecto e-escolinha.
 

Imagens:



publicado por mrconguito às 10:20
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22 comentários:
De portuga-coruche a 23 de Setembro de 2008 às 17:59
Acredito que ache maravilhoso este computador. Possivelmente teve formação em informática com ele. Agora que não passa de uma máquina cara, mesmo dada, disso não tenho dúvidas, basta fazer as contas.
É um celeron apenas com 250 Mb de RAM, um ecran de apenas 9" e sem um leitor de DVD, quando hoje em dia tudo o que é didatico vem em DVD.
Os pais vão pagar durante 26 meses uma renda de 36meses x34,9 euros = 1256 euros mas o pagamento inicial... Este Portatil pode ser barato para o Socrates, para mim é um roubo.


De mrconguito a 23 de Setembro de 2008 às 19:37
portuga-coruche:
a minha formação em TIC faço-a há cerca de 20 anos e já nem me lembro como era o computador. Penso que as letras eram verdes em fundo negro...
Não sei onde foi buscar os seus dados. Eu tive com vários "Magalhães" na mão e fiz a minha análise a partir daí. o processador é a 900 MHz e tem 1024 MB de RAM.
O facto de não ter drive de DVD não me parece um grande incómodo. Muitos jogos e programas já estão incluídos e até a Diciopédia (versão de DVD) já está no disco!
Em relação aos pagamentos não sei onde encontrou essa informação. A DREN afirmou que o Magalhães NÃO ESTÁ ASSOCIADO a nenhuma subscrição de Internet, ao contrário do e-escolas. o único pagamento é para os alunos com Escalão B e C: 20 e 50 euros, respectivamente.


De Manuel Anastácio a 23 de Setembro de 2008 às 21:54
Ideal para visitas de estudo? Como assim? Podia ser um pouco mais explícito e explicar como é que os alunos vão com um portátil atrás para uma visita de estudo?

Um portátil ainda não é (em termos de peso) um caderno....


De mrconguito a 23 de Setembro de 2008 às 22:23
por exemplo: numa ida a um museu os alunos podem levar um portátil por cada grupo de trabalho (um por aluno não é muito prático pois eles não são propriamente leves) e fazer vários tipos de registos (video ou audio). Esses registos podem ser muito facilmente partilhados entre eles, mais tarde, para completar os trabalhos.


De Jominas a 23 de Setembro de 2008 às 23:32
De facto, hoje com a grande capacidade das pen's e dos discos portáteis, a drive e dvd, pouca falta faz, talvez à excepção da instalação e sistemas operativos ou programas


De mrconguito a 24 de Setembro de 2008 às 09:17
Exacto.
Para o caso dos sistemas operativos e programas até está pensada uma "pen de recuperação" para as escolas...


De portuga-coruche a 24 de Setembro de 2008 às 11:52
Provavelmente fui induzido em erro pelas informações constantes na Comunicação Social. Segundo o IOL Diário, com base no "Diário de Notícias", ler a última linha: http :/ diario.iol.pt /tecnologia magalhaes-computador-portatil-fnac 990773-4069.html : "o «Magalhães» obrigará, porém, a um contrato de ligação a uma operadora de Internet durante 36 meses."

O acesso na escola à Internet será gratuito ? Acredito que muitos pais, como eu já tenham acessos em casa, nesse caso teriam apenas de possuir um router wireless , que por acaso eu já tenho, adaptando assim o seu sistema a mais um cliente.

Quanto à configuração, li várias versões sobre ela, como foi o caso do Correio da Manhã: http :/ www.correiodamanha.pt /noticia.aspx?contentid=1F90EDA2-CEC6-4FA1-BAC5-543CA13A2C19&channelid=ED40E6C1-FF04-4FB3-A203-5B4BE438007E

Contudo, se é como diz, terei que dar a mão à palmatória e considerar uma iniciativa louvavel.
È o que faz por um lado (o meu) dar ouvidos à Comunicação Social e por outro (o do governo) por envolver esta acção de grande publicidade sem ao mesmo tempo divulgar correctamente a informação pertinente no que refere não só à configuração do Magalhães como dos custos.



De mrconguito a 24 de Setembro de 2008 às 20:12
Aí está um problema que tenho sentido desde o lançamento da ideia do Magalhães. As informações chegam-nos SEMPRE primeiro pela Comunicação social e por vezes de forma confusa ou deturpada.
(também) Já li que o acesso à internet será opcional, o que até faz algum sentido, mas pessoalmente ando a desaconselhar os encarregados de educação a fazê-lo. Se a escola já oferece acesso gratuito à Internet, não me parece fazer sentido os pais estarem a contratualizar nova despesa especificamente para o Magalhães.
Por mim, o único gasto que os pais deverão ter é em comprar um rato (se o desejarem)
Em relação às características, não consegui seguir a ligação para comparar mas posso dizer que a minha análise baseia-se no modelo entregue aos professores para testes e apresentação do software. A única indicação que nos deram é que o software não era o definitivo e que a imagem a distribuir pelos alunos seria actualizada.


De Portugal a 4 de Outubro de 2008 às 17:59
O mais parvo disto tudo é que há pessoas que vão seguindo as publicidades feitas por "técnicos das televisões, jornais e internet" e acham que o magalhães era para jogarem cod4 , jogarem world of warcraft ou para terem um computador/leitor de multimedia na sala.
Adorei a sua análise pois é muito concisa e bem dirigida para os vários promenores do computador.

As várias críticas que vão aparecendo são as mesmas dos que criticaram fortemente o e-escola e acabaram por ser dos primeiros a irem pedir o código para comprar o computador para os filhos.
É sempre a mesma coisa, se existissem mais críticas como as que estão aqui neste blog, podia ser que as pessoas se habituassem a deixar de ser carneirinhos nas críticas e investigassem primeiro os relatos de quem já teve o computador nas mãos.

E não estarem a imaginar que vão comprar um computador de 1500 euros na loja e que lhes vai custar 50 euros.


De CIVale a 10 de Outubro de 2008 às 14:01
Olá boa tarde,

Tenho uma dúvida não sei se me pode ajudar, eu não tenho internet em casa, e estava a pensar aderir pela compra do Magalhães, acha que faço bem?
Qual a melhor operadora Vodafone, Kanguro, Optimus, TMN, ZON?

Obrigada


De mrconguito a 10 de Outubro de 2008 às 22:48
Depende. Sinceramente, não acho uma boa ideia adquirir o acesso à internet em casa APENAS por causa do Magalhães. Na escola já há acesso gratuito à internet.
Mas se a ideia for para usar pela família toda, pelo menos um par de horas por semana aí já é capaz de compensar.

Apenas consegui descobrir o tarifário da ZON (a partir de 15 euros/mês). Penso que os tarifários das operadoras móveis não devem ser muito diferentes.
Relativamente à segunda questão, há que pesar os prós e os contras do acesso fixo (ZON) e do acesso móvel (Optimus, Vodafone e TMN). O acesso fixo tem melhores velocidades de acesso e menores limites de tráfego, contudo não dá para "levar para fora de casa". O acesso móvel, pelo contrário, permite o uso fora de casa mas é mais lento e limitado.

Normalmente os limites de tráfego e os preços são idênticos entre as várias operadoras por isso escolher uma operadora móvel é uma questão de gosto ou de cobertura 3G. Verifique qual é a operadora que tem melhor cobertura nas zonas onde pensa usar o computador, especialmente no interior de casa.


De miguelm a 17 de Outubro de 2008 às 02:13
Olá! Para mim esta será uma das medidas que tornará cada vez mais a escola, no 1.º ciclo, num factor de desigualdade entre os alunos. Senão vejamos, só quem não sabe o que é a conjugação dos três factores mais importantes nas TIC , ou sejam, o hardware, o software e o utilizador, pode esperar que esta seja uma medida muito importante a médio-longo prazo, conforme seria de esperar pelo investimento, e publicidade. As avarias de hardware e os erros de utilização do software, mais comuns do que se pensa e que acarretam custos a quem por vezes não os pode ter, a pequena duração da bateria e a consequente necessidade de 25 tomadas e carregadores em salas de aula não preparadas para o efeito, a falta da rede wirelless em mais de 90% das escolas do 1.º ciclo, etc., serão factores de discriminação entre alunos, entre escolas e até entre famílias. Com uma vida útil que se reconhece a este tipo de ferramenta portátil, em condições de funcionamento normal, pouco superior a um/dois anos se utilizado por utilizadores com razoáveis/elevadas competências para tal, quero ver o que vão dizer aos alunos que a meio do 1.º ciclo, ou na maior parte dos casos bastante mais cedo, ficarão com um "tijolo" sem condições mínimas de utilização, seja pelas falhas de software que só serão resolvidas com variadas assistências a pagar, ou pior, pela morte de algum hardware que levaria na maior parte dos casos a consertos com preços parecidos com o de um equipamento novo, mas desta vez sem comparticipações. Seria muito mais importante para todos os actores da escola que se usassem os milhões de euros a inovar realmente as escolas, o que poderia também passar por colocar em cada uma delas uma eficiente, e actualizada, sala multimédia com banda larga, para além de outras necessidades prementes no dia-a-dia escolar. Assim, a eficiência da medida seria muito mais útil para toda a comunidade escolar e durante muito mais anos. Se calhar, gastar-se-ia menos euros, só que os mesmos não iriam parar ao bolso certo e também não traria tantos votos no imediato, um dos principais motivos desta medida. Sou a favor da modernidade e da evolução do sistema de ensino, mas de uma forma que favoreça a comunidade educativa a médio-longo prazo e que realmente parta de medidas que tragam qualidade e igualdade ao sistema de ensino, o que não se verificará a muito curto prazo com esta medida. O que hoje é publicidade caríssima, amanhã será um brinquedo, somente para aqueles em que ele ainda funciona, e deixará de poder ser útil na educação das crianças. Para introduzirmos as TIC nas escolas e ajudarmos as crianças a aprender a trabalhar com estas úteis ferramentas a medida mais eficaz partiria sempre de cima para baixo, equipando escolas, formando professores, formação a sério não são workshop's , e nunca dando computadores a todas as crianças sem olhar às condições pré-existentes e à forma como vão ser utilizados. Vai ser uma utilização "à la carte" onde cada um faz o que quer e ninguém, ou quase ninguém, sabe o porquê. Como mau exemplo, cito a sugerida utilização do portátil durante a visita a um museu. Para quê? Como? Não volte a dizer que seria "levar um portátil por cada grupo de trabalho (...) e fazer vários tipos de registos vídeo ou áudio )." As ferramentas para esse tipo de registo são a câmara fotográfica e/ou vídeo e o gravador áudio , não o portátil em causa. Convenhamos, não vejo como o poderia utilizar para tal, pelo menos sem ser foco de distracção à visita ou alvo de chacota. E nenhuma das duas situações seria a ideal para a aprendizagem/educação das crianças em causa. É somente a minha opinião, vale o que vale, mas é uma opinião de quem faz parte desta imensa comunidade em que vivemos, onde assumo o papel de pai (com uma filha no 1.º ciclo), de docente (1.º ciclo), de aluno (mestrado em TIC ) e ainda como profissional ligado à informática.


De mrconguito a 20 de Outubro de 2008 às 22:28
caro miguelm,
- para começar este projecto procurará acabar com as desigualdades dando oportunidade a todas as crianças de ter um computador na escola e em casa.
- em relação às avarias, se elas não forem imputadas ao mau uso, poderão facilmente ser solucionadas ao nível da escola.
- os equipamentos não têm uma vida útil de 2 anos. Poderão ser usados, na lógica em que foram criados, durante vários anos. Além disso a plataforma "Classmate PC" está em constante evolução (a terceira versão já está pronta) e o projecto está pensado para continuar nos próximos anos, com os novos alunos.
- Em relação ao equipamento das escolas tem razão. Ainda há muito a fazer, mas este passo é muito importante para diminuir as assimetrias entre o 1º Ciclo e os restantes ciclos do ensino. Agora o grande "parente pobre" será o Pré-Escolar. Com a chegada do "Magalhães" está prevista uma renovação nos equipamentos de apoio como as redes sem fios em todas as salas de aula e o reforço dos quadros eléctricos.
- Para mim o maior desafio que o Magalhães traz às escolas não é as máquinas mas a formação que a escola terá de dar aos professores e aos encarregados de educação para poderem utilizar o computador de forma consistente e produtiva.
Muitas metodologias de trabalho terão de ser adaptadas e modificadas e com o tempo penso que chegaremos lá. Basta contar com o esforço e dedicação dos professores e pais. No caso das crianças essa já é uma condição pré-existente.


De paulo rodrigues a 29 de Janeiro de 2009 às 14:44
Antes de mais não é um Celerom mas um Intel Atom. Depois o dual boot é uma treta: Não é possível definir um SO de arranque por "defeito" pois foi colocado cá para fora com esse "bug", de propósito ou não! Como é que uma criança de seis anos pode escolher o SO a utilizar? Não me importo nada que o meu filho use o Linux, antes pelo contrário, mas sabemos bem que a escolha acabará sempre por recair sobre o Windows. O rapaz "enganou-se" e, em vez de arrancar pelo Windows, optou pela reposição do Windows... só ficou com o SO pois, vá se lá saber porque (?), o software e.escolinhas foi-se! Entre esperar pela pen da escola com o software, optei por enviar o Magalhães para a J. P. Sá Couto (€ 15) para a reposição... agora vou ter que estar de guarda ao PC cada vez que o puto o ligar, não vá acontecer o mesmo... mas vou tentar dar a volta ao bloqueio ao disco rígido... pode me dar umas dicas?
Já agora, o Windows não é o XPHE mas sim XPP... nada de grave, um engano sem consequências ao contrário do bug no boot!
Sabe me dizer se a J. P. Sá Couto tem algum acordo com a Alwils (Avast) no que concerne à instalação deste de forma massiva nos Magalhães?
E, já que trás antivírus, porque não uma firewall? Eu, é a minha opinião, considero uma firewal (a do Windows só possui o nome) mais importante que o antivírus...
Cumprimentos.


De mrconguito a 29 de Janeiro de 2009 às 15:49
Olá e obrigado pelo comentário.
- Aquando da análise ao Magalhães (Setembro de 2008) e da formação no Porto, tive a oportunidade de testar um modelo com processador Celeron.
Actualmente têm chegado às escolas modelos com processador Atom (1.6), mas a maioria dos primeiros Magalhães entregues eram Celerons.

- Em relação ao dual boot, há uma opção no menu de boot (que ainda não testei) para definir a ordem de boot do sistema operativo. Pela pouca experiência que tenho com os Magalhães na sala de aula os alunos não têm absolutamente nenhuma dificuldade em aceder tanto ao Windows como ao Caixa Mágica. Basta dizer qual devem escolher. Na verdade o Caixa Mágica é o mais usado, por causa dos jogos!

- Relativamente ao Anti-vírus, penso que foi uma boa escolha o Avast. Na minha opinião é o melhor anti-vírus gratuito que se pode encontrar no mercado. Em relação à firewall, a do Windows é mais do que suficiente, em conjunto com o Avast. É a minha opinião, repito.

Volte sempre!


De paulo rodrigues a 29 de Janeiro de 2009 às 16:22
O dual boot não funciona em SO predefinido, mesmo utilizando esse menú a que faz referência ou seja, não é possível a predefinição, confirmado pela própria J. P. Sá Couto e testado por mim... o engraçado é que eles sabiam da existência do bug! Não considera um bug? Então o meu filho tem que andar com o cursor no teclado à direita, nem é no rato, para definir o SO, sem saber ler, existindo a possibilidade de formatar o partição C:\ que foi o que aconteceu! O engraço é a reposição só trazer o Windows e o Office.. O snr. não considera importante uma firewall? Bom, deve estar a acreditar no Control Parental... Então não se deve actualizar o Windows no Magalhães em sua opinião.... browser IE 6 cheio de falhas criticas... se alguém me diz que um pc não precisa de uma firewall e este vai ser ligado à internet, julgo que nem vou dizer mais nada em relação este aplicativo. Só lhe posso dizer, depois de instalar uma firewall no Magalhães, imediatamente este aplicativo me informou de intrusões...
O Avast é bom sim, até é o que uso. O que lá vem instalado, para além da base de dados de virús, naturalmente desactualizada, também a versão o está. É preciso actualizar e ficar exposto, daí a firewall...
As actualizações de segurança para o Windows criaram outra situação: a partição onde este está alojado ficou com um espaço livre de 6gb, muito pouco a meu ver. Nem sei para que existe a partição D:\ com 4gb mas enfim... A meu ver, dadas as limitações do HD no que concerne ao tamanho, o Magalhães só deveria trazer um SO, ou Linux ou Windows. A J. P. Sá Couto recusa-se a me fazer o favor de formatar o pc só com o Windows. Estou a pensar em formatar o pc através de uma unidade de cd-rom externa mas parece ser impossível, pois as teclas F8, F9 e F10 não me permitem aceder ao Bios.... talvez o Partition Magic faça "magia". Não possui nenhuma dica? Isto não é nenhum "tabu" julgo eu. Sabe se existe algum sitio onde possa descarregar as aplicações do e.escolinhas para Windows?
Cumprimentos.


De mrconguito a 29 de Janeiro de 2009 às 22:39
tal como disse, nunca testei a hipótese de pré-definição do boot.
Não penso que seja muito complicado ensinar uma criança a escolher o sistema operativo. Na Escola digo aos miúdos para escolher a 2ª ou 3ª opção. É certo que algumas das opções apontam para a formatação e reinstalação do sistema operativo, mas essa acção não é imediata.
Em relação ao facto de, depois de formatado, o Windows não trazer todas as aplicações, foi-me explicado que se deve ao caso de as aplicações (diciopédia, etc...) ocuparem demasiado espaço no disco (na partição de restauro, escondida). Para resolver essa situação desloque-se à sede do agrupamento e peça ajuda ao seu Coordenado TIC. Lá estará disponível (em algumas) uma pen de reposição que conta com esses programas.
Eu penso que a firewall do windows é suficiente, juntamente com um bom antivírus e com o sistema actualizado. Para mim as actualizações do Windows são obrigatórias. Em relação ao browser, recomendo o Firefox e o Safari. Internet Explorer é que não.
A partição D: serve para partilhar os dados entre o Linux e o Windows e serve perfeitamente para guardar os documentos de trabalho dos alunos. Este é um computador de trabalho. Não é para editar vídeo, nem outras tarefas que exijam grande poder de processamento ou armazenamento. Além disso as pens e os cartões de memória (o Magalhães traz um leitor) são bem baratos.
Se quiser formatar o Magalhães e usar o espaço em disco do Linux para o Windows há várias aplicações, mas penso que tal até é possível fazer dentro do Windows com a ferramenta "Gestão de Discos", presente no "Painel de Controlo" > "Ferramentas Administrativas". Nem precisa de uma drive de CD's.
Tal como lhe disse anteriormente, em relação às aplicações do e-escolinhas, o melhor é pedir ajuda ao Coordenador TIC. Pois se descarregar as aplicações pela net, estas não se encontram licenciadas.


De paulo rodrigues a 30 de Janeiro de 2009 às 10:01
Sim, também é uma solução eliminar a partição no "Gestor de Discos"... tenho medo é da bios encravar no arranque.
Mas já reparou com que espaço é que se fica no partição do Windows com este totalmente actualizado? Eu não abdico de instalar uma firewall (ocupa 32mb) e um antispyware com protecção em tempo real (50mb). Claro que também tive que instalar o Messenger Live (34mb). No meu caso, e depois de ter perdido as aplicações e.escolinhas, sobra-me 6gb, muito pouco! É importante, a meu ver, que as crianças aprendam a lidar com estas aplicações de segurança, para que no futuro não possa existir, com a intensidade actual, a total falta de cuidado que se sabe onde tem levado, designadamente com a disseminação de viroses, fruto do desconhecimento dos cuidados a ter.
Como chegar à partição de restauro escondida? Eu faria um backup aos drivers e se pudesse formatava tudo....
Cumprimentos.


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