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o sítio do conguito

deambulações pela net, palavras, imagens, sons, coisas estranhas... enfim, eu.

Apenas há pouco descobri que neste dia se celebra uma das belas, exigentes e mais incompreendidas ocupações: ser professor. Para dizer a verdade, só depois de começar a exercer a "mui nobre arte" é que dei conta das dificuldades, das alegrias, das tristezas, dos desafios e provações a que estamos sujeitos.

Ora, para celebrar este dia nada melhor do que aceitar o desafio do Nuno Crato: elogiar um professor!

Ao longo da minha vida como estudante e professor já passei pelas "mãos" de muitos professores. Uns marcaram-me mais do que outros. De alguns nem me lembro dos nomes, doutros tenho recordações vívidas dos momentos passados na sua companhia.Não quero cair em lugares comuns mas acho que se deve um grande elogio à minha professora do primeiro ciclo. Ah, Dona Dores, o seu vozeirão (e algumas vezes a mão) pôs-me muitas vezes na linha. Mas sempre teve muito carinho nas horas certas e sempre me motivou para estudar cada vez mais. Foi uma professora de uma entrega inegável aos seus alunos e que apesar dos muitos problemas porque passou sempre tinha uma gargalhada para oferecer. Obrigado!

Dando um salto até ao ensino superior, não posso esquecer o professor Américo. Sendo director do pólo de Chaves da UTAD; era o director menos director que conheci (no bom sentido).
Sempre disposto a uma palavra amiga, sempre disposto a fazer tudo pelos seus alunos (e até pelos alunos dos outros); com um amor (literalmente) cego pelo ensino e pela educação; era (e penso que ainda o é) capaz de encontrar sempre algo de positivo em tudo o que fazíamos e apresentávamos.
Ainda hoje me lembro daquela vez em que se magoou nas costas só para nos ir buscar uma bilha de gás porque estava frio na sala... MUITO OBRIGADO!

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